Tadinho do meu Tire o Dedo...
Depois do twitter, larguei de mão meu bloguinho bunitinho.. rsrs
Motivo simples: aqui, a gente tem que postar sempre um texto maior.
Se possível, texto inteligente, para que as pessoas leiam e falem: caraca, como esse véi é massa!
E aí, a gente corre até o risco de virar cult.
Mas como não fiz o teste do pezinho e mal sei escrever, acabei optando mais pelo twitter do que pelo blog.
No twitter eu escrevo uma frase rapidona, babaca, metida a engraçada e largo a frase lá.
Sem nenhuma obrigação de me candidatar a cult.. rsrsr
Mas eu prometo, meu Tire o Dedo, voltar a frequentar suas páginas e postar coisas inteligentes e sensíveis.
Sim, meu blog, tô fazendo o supletivo do mobral (quem se lembra?), só pra aprender a escrever bunitinho e fazer bonito aqui nesse espaço.
Enquanto não fico inteligente, posto, de vez em quando, um texto meia boca como esse, só pra não perder o costume.
E continuo mandado bala nas minhas frases sem tipo, no twitter.
Afinal de contas, sou ou não sou o velho e bom Brandon Lee, o último herói do cinema???
Eita, lasqueira!!!
sexta-feira, 12 de março de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A canção Bang bang - My Baby shot Me Down, eu conheci quando vi Kill Bill 1, um puta filme.
Adorei.
Tudo: música e filme.
Ficou o tesão de fazer uma versão e, quem sabe, gravar no Cai Pro pau Gordin Mané!, CD que pretendo gravar, no final deste ano.
Tentei algumas vezes e a versão ficava paia.
Ontem, tentei, mais uma vez: bingo!
Adorei a letra da versão que "fiço".
Posto aqui, pra registrar.
Quem quiser cantar junto, vá no youtube e peça Nancy Sinatra - Bang Bang.
Ouça e tente acompanhar com essa letra que fiz. Fiço!
Não é difícil acompanhar, porque tá direto e reto.
Mudei algumas coisas da letra original, troquei sentidos, coisas minhas, pra não ficar muito em cima.
Versão, pra mim, é usar a idéia original como espinha dorsal e criar a letra em português.
Se possível, com muito bom gosto e talento.
Sempre!
Eu e ele, dois heróis
nossos cavalos de pau
nossas roupas de cowboy
e batalhas pra vencer.
Bang, bang, ele acertou
bang, bang, e eu caí
bang, bang, foi sempre assim
bang, bang, as lutas que perdi.
Veio o tempo e eu cresci
ele me chamou de seu
e sorrindo me falou
dos brinquedos que guardou.
Bang, bang, ele acertou
bang, bang, e eu caí
bang, bang, foi sempre assim
bang, bang, as lutas que perdi.
Quando a música tocou
eu fiquei sem entender...
E agora ele se foi
eu não queria chorar
mas se ele não disse adeus
pode ser que vá voltar.
Bang, bang, ele acertou
bang, bang, e eu caí
bang, bang, foi sempre assim
bang, bang, as lutas que perdi.
Adorei.
Tudo: música e filme.
Ficou o tesão de fazer uma versão e, quem sabe, gravar no Cai Pro pau Gordin Mané!, CD que pretendo gravar, no final deste ano.
Tentei algumas vezes e a versão ficava paia.
Ontem, tentei, mais uma vez: bingo!
Adorei a letra da versão que "fiço".
Posto aqui, pra registrar.
Quem quiser cantar junto, vá no youtube e peça Nancy Sinatra - Bang Bang.
Ouça e tente acompanhar com essa letra que fiz. Fiço!
Não é difícil acompanhar, porque tá direto e reto.
Mudei algumas coisas da letra original, troquei sentidos, coisas minhas, pra não ficar muito em cima.
Versão, pra mim, é usar a idéia original como espinha dorsal e criar a letra em português.
Se possível, com muito bom gosto e talento.
Sempre!
Eu e ele, dois heróis
nossos cavalos de pau
nossas roupas de cowboy
e batalhas pra vencer.
Bang, bang, ele acertou
bang, bang, e eu caí
bang, bang, foi sempre assim
bang, bang, as lutas que perdi.
Veio o tempo e eu cresci
ele me chamou de seu
e sorrindo me falou
dos brinquedos que guardou.
Bang, bang, ele acertou
bang, bang, e eu caí
bang, bang, foi sempre assim
bang, bang, as lutas que perdi.
Quando a música tocou
eu fiquei sem entender...
E agora ele se foi
eu não queria chorar
mas se ele não disse adeus
pode ser que vá voltar.
Bang, bang, ele acertou
bang, bang, e eu caí
bang, bang, foi sempre assim
bang, bang, as lutas que perdi.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Pobre é foda, né? Mal vê alguém na merda e sai logo querendo ajudar.
Mas ajuda pra aparecer, pra fazer bonito, pra se mostrar e, se der, sair no jornal e na televisão.
O Brasil é desse jeito.
Com a tragédia no Haiti, onde morreram milhares de caboclos, o Brasil, pobre metido a besta, saiu na frente e já enviou não sei quantas toneladas de rango, roupa e remédios para o povo de lá.
Será que quem dirige esse paizinho metido a bacana, não saca que isso aqui é que é uma tragédia?
Por aqui, morrem milhares por dia, de fome, de bala e de vício.
E ninguém aqui faz campanha pra ajudar os sobreviventes do País em que vive.
Mas, na hora de ajudar quem mora lá longe e tá recebendo ajuda do mundo todo, principalmente dos maiores países da Terra, o Brasil quer mostrar serviço, aparecer.
E a imprensa não se cansa de dar destaque na ajudazinha brasileira.
Ajudazinha sim. Porque o que nós mandamos pra lá, se for comparado com o que Inglaterra, França e mesmo Estados Unidos mandam, é nada.
Mas não. O povo daqui nem quer saber dos brasileiros que morrem de fome, sede, vício e bala.
Pobre não gosta de pobre que morre na porta da sua casa.
Pobre gosta é de quem morre via satélite, né?
Aí o pobre manda um saquinho de arroz cristal de ajuda lá pra longe e vê, na TV, o avião pousando com a ajudinha dele, e fica feliz e orgulhoso.
Mas não é feliz por ter ajudado. É feliz por ter aparecido.
Pobre gosta é de aparecer, de se achar bacana.
Eu quero mais é que os países ricos ajudem os caras do Haiti. Só.
E quero muito que o Brasil ajude os brasileiros famintos, sem teto, sem terra, sem esmola, sem nada.
Fica fácil para o nosso governo arranjar cartões de comida para os pobres daqui, coisa que mais parece esmola, que ajuda feita de coração.
O Lula já foi pobre. E por isso deveria acordar e parar de mandar a comida daqui pra lá.
Parar de tirar da boca do faminto daqui, o alimento que lhe tiraria temporariamente a fome, para mandar esse alimento pra bem longe, só pra aparecer nas TVs do mundo todo.
Não, véi, sou contra. Assim como sou contra as Paraolimpíadas, sou contra essa movimentação toda pra ajudar os sobreviventes do tal terremoto.
Quero saber se a televisão não estivesse por perto, se o povo se meteria a ajudar. Nunca.
Tenho certeza que essa ajuda não viria nunca.
Do jeito que não vem aqui no País.
Aqui, ninguém ajuda ninguém, porque não vai sair na TV, nos jornais.
Porque ajudar pobre brasileiro já tá tão comum que não dá notícia. Então, pra aparecer, os bobos saem ajudando quem tá na mídia. E quem tá na mídia, agora? Os caras que trombaram com o terremoto.
Acorda, Brasil! Para de ser metido a besta, quando a gente nem é Pais direito!
Para, véi!
E entenda que quem está precisando de muita ajuda somos nós mesmos.
Será que é tão difícil aceitar que somos pobres e fodidos e sair cuidando das perebas da gente?
Ah, nem.... passa amanhã.
Mas ajuda pra aparecer, pra fazer bonito, pra se mostrar e, se der, sair no jornal e na televisão.
O Brasil é desse jeito.
Com a tragédia no Haiti, onde morreram milhares de caboclos, o Brasil, pobre metido a besta, saiu na frente e já enviou não sei quantas toneladas de rango, roupa e remédios para o povo de lá.
Será que quem dirige esse paizinho metido a bacana, não saca que isso aqui é que é uma tragédia?
Por aqui, morrem milhares por dia, de fome, de bala e de vício.
E ninguém aqui faz campanha pra ajudar os sobreviventes do País em que vive.
Mas, na hora de ajudar quem mora lá longe e tá recebendo ajuda do mundo todo, principalmente dos maiores países da Terra, o Brasil quer mostrar serviço, aparecer.
E a imprensa não se cansa de dar destaque na ajudazinha brasileira.
Ajudazinha sim. Porque o que nós mandamos pra lá, se for comparado com o que Inglaterra, França e mesmo Estados Unidos mandam, é nada.
Mas não. O povo daqui nem quer saber dos brasileiros que morrem de fome, sede, vício e bala.
Pobre não gosta de pobre que morre na porta da sua casa.
Pobre gosta é de quem morre via satélite, né?
Aí o pobre manda um saquinho de arroz cristal de ajuda lá pra longe e vê, na TV, o avião pousando com a ajudinha dele, e fica feliz e orgulhoso.
Mas não é feliz por ter ajudado. É feliz por ter aparecido.
Pobre gosta é de aparecer, de se achar bacana.
Eu quero mais é que os países ricos ajudem os caras do Haiti. Só.
E quero muito que o Brasil ajude os brasileiros famintos, sem teto, sem terra, sem esmola, sem nada.
Fica fácil para o nosso governo arranjar cartões de comida para os pobres daqui, coisa que mais parece esmola, que ajuda feita de coração.
O Lula já foi pobre. E por isso deveria acordar e parar de mandar a comida daqui pra lá.
Parar de tirar da boca do faminto daqui, o alimento que lhe tiraria temporariamente a fome, para mandar esse alimento pra bem longe, só pra aparecer nas TVs do mundo todo.
Não, véi, sou contra. Assim como sou contra as Paraolimpíadas, sou contra essa movimentação toda pra ajudar os sobreviventes do tal terremoto.
Quero saber se a televisão não estivesse por perto, se o povo se meteria a ajudar. Nunca.
Tenho certeza que essa ajuda não viria nunca.
Do jeito que não vem aqui no País.
Aqui, ninguém ajuda ninguém, porque não vai sair na TV, nos jornais.
Porque ajudar pobre brasileiro já tá tão comum que não dá notícia. Então, pra aparecer, os bobos saem ajudando quem tá na mídia. E quem tá na mídia, agora? Os caras que trombaram com o terremoto.
Acorda, Brasil! Para de ser metido a besta, quando a gente nem é Pais direito!
Para, véi!
E entenda que quem está precisando de muita ajuda somos nós mesmos.
Será que é tão difícil aceitar que somos pobres e fodidos e sair cuidando das perebas da gente?
Ah, nem.... passa amanhã.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Caraca, véi, ando tão enrolado com a produção do Goiânia Canto de Ouro, que abandonei to-tal-men-te esse blog.
Tadinho dele! rsrs
O Canto de Ouro são 12 semanas de shows de MPB, reunindo mais de 100 músicos de Goiânia.
E não é fácil "organizar tanta gente, harmonizar Carnaval", como falo no poemão I Believe.
Falando em I Believe, lanço os 4 livretos este ano, pela R&F Editora.
São 4 livretos no formato de livros de cordel. Cada um com 16 páginas.
Só tenho ótimas companhias nos livretos:
Ilustração do meu amigo Jovan (Jay), para mim, um dos melhores nomes das artes gráficas/visuais na "nova gyn".
Arte geral e diagramação do Carlos Sena. Quem trabalha com artes gráficas e imprensa em gyn, sabe de quem estou falando.
E edição da Izaura Franco, da R&F Editora.
O Ibelieve, pra quem não sabe, são 4 livretos, 4 poemas rimadões, falando exclusivamente de mim.. sem narcisismo, mas me expondo mesmo, que nem carne na feira.. hehe
O texto foi montado pelo grupo de teatro Ritual, num monólogo lindamente trabalhado pelo ator Pablo Angelino.
Cada livreto é "bancado" por um eu.
Primeiro: um velho; segundo: um menino; terceiro: um cara; e quarto: eu mesmo.
E assim, com esse tanto de eu, me jogo e me exponho de maneira que acho bacana.
Sei que o texto é ruim pra carai, mas tudo bem.
Goiás aceita cada bagaceira, que não custa nada aceitar mais uma. rsrs
Rensga!
Tadinho dele! rsrs
O Canto de Ouro são 12 semanas de shows de MPB, reunindo mais de 100 músicos de Goiânia.
E não é fácil "organizar tanta gente, harmonizar Carnaval", como falo no poemão I Believe.
Falando em I Believe, lanço os 4 livretos este ano, pela R&F Editora.
São 4 livretos no formato de livros de cordel. Cada um com 16 páginas.
Só tenho ótimas companhias nos livretos:
Ilustração do meu amigo Jovan (Jay), para mim, um dos melhores nomes das artes gráficas/visuais na "nova gyn".
Arte geral e diagramação do Carlos Sena. Quem trabalha com artes gráficas e imprensa em gyn, sabe de quem estou falando.
E edição da Izaura Franco, da R&F Editora.
O Ibelieve, pra quem não sabe, são 4 livretos, 4 poemas rimadões, falando exclusivamente de mim.. sem narcisismo, mas me expondo mesmo, que nem carne na feira.. hehe
O texto foi montado pelo grupo de teatro Ritual, num monólogo lindamente trabalhado pelo ator Pablo Angelino.
Cada livreto é "bancado" por um eu.
Primeiro: um velho; segundo: um menino; terceiro: um cara; e quarto: eu mesmo.
E assim, com esse tanto de eu, me jogo e me exponho de maneira que acho bacana.
Sei que o texto é ruim pra carai, mas tudo bem.
Goiás aceita cada bagaceira, que não custa nada aceitar mais uma. rsrs
Rensga!
Como eu não tenho nada o que fazer e nem nada pra postar, posto essa piadinha que achei engraçada:
Depois dos terremotos ocorridos na Ásia, o Governo Brasileiro resolveu instalar um sistema de medição e controle de abalos sísmico, que cobre todo o país.
O então recém-criado Sistema Sísmico Nacional (SSN), poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país.
Assim, enviou um telegrama á Delegacia de Polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do Ceará. Dizia a mensagem :
-Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas e informem resultados com urgência.
Somente uma semana depois o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:
- Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos a zona e todas as putas estão presas. Epicentro, Epifênio, Epicleison e os outros 4 irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui.”
O então recém-criado Sistema Sísmico Nacional (SSN), poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país.
Assim, enviou um telegrama á Delegacia de Polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do Ceará. Dizia a mensagem :
-Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas e informem resultados com urgência.
Somente uma semana depois o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:
- Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos a zona e todas as putas estão presas. Epicentro, Epifênio, Epicleison e os outros 4 irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui.”
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Bem, depois de insistentes reclamações, entrei no twitter.
Tuirer, me corrije um amigo, e não tuiter.
Olha a pronúncia, brandão... pelamordedeus!
Mas a net tem a capacidade de se renovar e ficar, parece, pior, à cada renovada.
O novo orkut é cansativo, lento e nada criativo.
O twitter é moderninho, mas sem nada de interessante... nada de novo.. novidade nenhuma.
Até parece que os inventores da net só sabem criar coisas para expor as pessoas.
Coisas que se prestam à bisbilhotice (existe essa palavra, gente?).
Tô lá no tuirer...
... mas manter o tal tuiter é mais chato que manter esse blog..
Ou os dois se equivalem no nível de monotonia???
Tuirer, me corrije um amigo, e não tuiter.
Olha a pronúncia, brandão... pelamordedeus!
Mas a net tem a capacidade de se renovar e ficar, parece, pior, à cada renovada.
O novo orkut é cansativo, lento e nada criativo.
O twitter é moderninho, mas sem nada de interessante... nada de novo.. novidade nenhuma.
Até parece que os inventores da net só sabem criar coisas para expor as pessoas.
Coisas que se prestam à bisbilhotice (existe essa palavra, gente?).
Tô lá no tuirer...
... mas manter o tal tuiter é mais chato que manter esse blog..
Ou os dois se equivalem no nível de monotonia???
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Um amigo, Alcântara, me deu o mote dessa letra.
Ele rabiscou num papel, a frase: como se diz eu ainda te amo?
Achei que dava samba... fiquei com a frase na cabeça..
Fui pra minha corrida de toda manhã, no Bosque dos Buritis e, enquanto corria e caminhava, fui elaborando a letra.
Saiu isso que posto aqui.
Achei massa o resultado.
Não gosto das coisas que faço.. mas dessa gostei.
Eu ainda te amo
(Carlos Brandão/ N. Alcântara)
Como se diz, eu ainda te amo?
como, como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como se diz?
Agora que a gente se cercou de novas pessoas
agora que a gente tá tentando ser feliz
vem a pergunta batendo com força no peito:
como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como, como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como se diz?
Agora que o tempo parece acalmar toda mágoa
agora que a dor parecia não machucar mais
vem a verdade batendo com força no peito:
como é que faz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como, como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como se diz?
Ele rabiscou num papel, a frase: como se diz eu ainda te amo?
Achei que dava samba... fiquei com a frase na cabeça..
Fui pra minha corrida de toda manhã, no Bosque dos Buritis e, enquanto corria e caminhava, fui elaborando a letra.
Saiu isso que posto aqui.
Achei massa o resultado.
Não gosto das coisas que faço.. mas dessa gostei.
Eu ainda te amo
(Carlos Brandão/ N. Alcântara)
Como se diz, eu ainda te amo?
como, como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como se diz?
Agora que a gente se cercou de novas pessoas
agora que a gente tá tentando ser feliz
vem a pergunta batendo com força no peito:
como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como, como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como se diz?
Agora que o tempo parece acalmar toda mágoa
agora que a dor parecia não machucar mais
vem a verdade batendo com força no peito:
como é que faz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como, como se diz?
Como se diz, eu ainda te amo?
como se diz?
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